Acidente da Air France: acusações de homicídio culposo caíram em desastre em 2009

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Magistrados na França retiraram acusações contra a Air France e a Airbus por causa de um acidente de avião no meio do Atlântico em 2009, que matou todas as 228 pessoas a bordo.

As aeronaves Airbus 330 que voavam do Rio de Janeiro a Paris pararam em uma tempestade e mergulharam no oceano.

Na quinta-feira, os magistrados investigando as acusações de homicídio praticados pelos parentes das vítimas decidiram que não havia motivos suficientes para processar.

Eles culparam a tripulação do avião por perder o controle depois que os sensores de velocidade congelaram.

A principal associação de famílias das vítimas considerou a decisão do magistrado um “insulto à memória das vítimas” e anunciou planos de apelar, informou a agência de notícias AFP.

Em 2012, uma investigação civil constatou que uma combinação de falha técnica e erro humano levou à perda do voo AF447 em 1 de junho de 2009.

O relatório da autoridade de aviação francesa destacou falhas nos sensores de velocidade do Airbus 330 que confundiram os pilotos.

Mas também apontou para ações inadequadas dos pilotos.

Um dos erros da tripulação foi apontar o nariz da aeronave para cima depois que ela parou, em vez de para baixo.

O acidente é o pior desastre da história da Air France.

Os destroços do avião foram descobertos após uma longa pesquisa de 10.000 quilômetros quadrados (3.860 milhas quadradas) de fundo do mar.

Desde o acidente, a Air France substituiu os sensores de velocidade em sua frota de jatos Airbus por um modelo mais recente.

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